Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.
Pesquisem! Autores, pesquisem! Estou percebendo um erro recorrente nos autores japoneses. Coisa que me espanta. Nessa temporada, já percebi dois deles que não estão pesquisando para escrever. A pesquisa é essencial para se desenvolver uma história, pois insere no enredo a credibilidade necessária. Vou começar com um exemplo de uma série passada. Em “ Monster Musume ”, o autor pesquisou brevemente sobre os animais e inseriu, nas suas personagens, características próprias de suas metades animalescas. Dessa forma, com uma pesquisa breve, o autor justificou porque Miia (uma Lamia, ou seja, uma garota-serpente) seria tão ruim como cozinheira, pois seu paladar, como carnívora, seria menos sensível que o paladar de um herbívoro, ou de um onívoro. Foi um golpe de mestre que trouxe ao enredo um brilho próprio e trouxe profundidade aos personagens ao apresentar características únicas a elas. Retornando para essa temporada, as duas séries em questão são: “ High School Prodig...