Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.
O processo autodidata Desanuviou-se a questão principal que necessitava responder. Graciliano Ramos obteve inspiração e influência em diversos setores de sua vida, não sendo um ser solitário, mas uma peça em um conjunto histórico e social brasileiro. Agora a questão é outra e estou apreensivo, pois, se eu responder, vou parecer querer ser dono da verdade. Faço-o com temores e ressalvas de ser mal compreendido. Estes temores me fazem parar aqui. Não continuarei após estas linhas. Essa questão foi levantada, pois, para ele, autores não necessitariam de uma sala de aula, citando exemplos de Graciliano Ramos e Monteiro Lobato. A questão envolve o processo de autodidatismo. Diz-se de ou pessoa que foi instruída por si mesma; que ou quem não teve a ajuda de um mentor. (Dicionário Online) Eu não costumo acreditar em um processo autodidata puro, porque o conhecimento tem sempre que partir de um ponto, seja de um livro ou de um mentor, para se chegar ao sujeit...