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Ponte entre Mundos!

    Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão.  Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar.  Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça.  Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.

Poema Classificado- Morte!

  Texto sem revisão de uma inteligência artificial! Morte Patrick Raymundo de Moraes   RESULTADO "... - coletânea de poemas sobre a morte" (editorapersona.com) Tenho um pesado sentimento; Maior que um elefante na sala; Dor superior a um tormento; Queima o coração à bala.   A morte é um desejo constante; Para me livrar dessa dor; A morte é apaixonante; Contra esse tipo de ardor.   Suporto-a para não a derramar; Dor para a família passar? Derramar lágrimas por mim; Não quero um poema carmesim.   Continuando o testemunho de segunda-feira, esse poema reflete o que foi gerado dentro de mim. Todos nós temos um monstro guardado e esse foi gerado por conta da infância pesada. "Você não presta para nada! " Muitas vezes eu vejo essa sombra em mim. Como finalizei, eu não me entreguei ainda e espero em Deus nunca me entregar. No máximo, vou usar essa dor como inspiração. Se eu não presto, e meu ente querido tinha razão, vou fazer disso a mi...

Folha Seca

Sou uma folha seca na calçada, que nem mesmo o vento se interessa em levar. Descanso minha secura no asfalto, esperando pela sola que vier me pisar. — Patrick R Moraes (@Paraymo1) 14 de agosto de 2018