Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.
Concursos literários e inteligência artificial! Continuando com o tema da semana passada, eu acredito que teremos que ter algumas alterações nos editais de concursos literários e, mesmo assim, não acredito que os editais possam ter ferramentas que protejam a lisura de um concurso. Na semana passada, pedi para o ChatGPT fazer uma poesia ao estilo haicai sobre animê e mangá, para ver se a inteligência sabia diferenciar esses tipos de arte. A poesia me surpreendeu de tão bem-feita e tão bem dentro do tema. O que impedirá o uso de I.A. em concursos literários? Quem poderá discernir se um poema foi feito por uma pessoa, ou por uma I.A.? Eu já achava errado usar ferramentas de contagem de sílabas poéticas, mas, pelo menos, a criação do poema era humano. Agora que as máquinas (posso chamar de máquina?) possuem uma função que copia a “alma humana”, os concursos literários deveriam ter alguma restrição ao uso dessas ferramentas. Entretanto, mesmo que o edital proíba,...