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Ponte entre Mundos!

    Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão.  Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar.  Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça.  Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.

Lei é lei?

Lei é lei? Durante o conflito com a queda dos vetos do presidente, sobre a lei de abuso de autoridade, Bolsonaro disse que não levaria o caso para o STF e, segundo suas palavras: “lei é lei”. Isso me incomodou muito. Vou dar um exemplo ridículo e, depois, um exemplo mais sério. O Congresso decide que todo homem, acima dos 18 anos, deve tatuar “My Little Pony” no traseiro. E toda mulher acima dos 18 anos deve raspar o cabelo. O presidente veta. O Congresso derruba os vetos. O presidente precisa sancionar. E agora? Vai tatuar? Vai raspar? Então, vamos para um exemplo mais sério. O Congresso torna o aborto, em qualquer momento da gestação, por qualquer desculpa, legal. O presidente, que já disse ser contrário ao aborto, tenta vetar. Derrubam os seus vetos. E agora? Lei é lei? Oton Lustosa [1] , em A Lei, o costume, o Direito: “ Porém, algo inusitado chama-nos a atenção: feita a lei, ela é imposta à obediência geral. Pois bem: e se se cuida de uma lei má, que não espelh...

Darling in the Franxx e a mensagem pró-vida!

Darling in the Franxx contra o aborto! Spoilers! Em uma análise final, reforço meu pensamento de que esta série é uma das melhores séries de ficção já lançadas este ano. Confiram uma segunda opinião através do vídeo acima. Algumas pessoas chiaram por causa de um fanservice (pilotagem) que, na verdade, fez parte do enredo. A pilotagem conjunta ocorre porque o robô necessita da junção física dos dois pilotos, mas a junção sexual lhe tira a sincronia. Achei incrível que o roteirista não fez isto para gerar polêmica, mas porque o enredo precisava chegar em um ponto: uma crítica social. Em um determinado momento, Kokoro engravida. Neste momento, nos é revelado que um dos motivos que forçava um piloto a não ter relações sexuais era justamente porque isto tirava-lhe a capacidade de pilotar um Franxx. Em um momento de crise, com uma guerra em curso, Kokoro teria que escolher entre gerar um vida ou continuar com sua carreira. Eu confesso que fiquei com o coração na mão....

A Justiça!

A busca por justiça deve ser célere e com equidade; É um clamor de toda uma sociedade; Algo que os olhos buscam com sinceridade; Esta é a verdade. A justiça é uma apresentação tradicional; Vem do mores de seu povo, sua moral; Traduzindo costume do povo, seu material; Levando isso tudo por escrito, sua alma, seu astral. A busca por justiça deve ser célere e com equidade; É um clamor de toda uma sociedade; Algo que os olhos buscam com sinceridade; Esta é a verdade. A justiça com a espada erguida; Ou com a balança levantada; Deve ser para todos reconforto nessa vida sofrida. Um sinônimo de que a maldade será vencida. O interessante neste AMV é que o personagem não luta por um sonho dele, mas pela continuidade do sonho de seu pai adotivo. Mesmo assim, ele está determinado em seguir estes passos.