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Ponte entre Mundos!

    Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão.  Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar.  Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça.  Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.

Bisavô Nicolau

Estava afastado dos caminhos dos meus antepassados; Por muito tempo, eu me distanciei das minhas origens; Estou, agora, retornando e sendo por eles abraçado; E gostaria de fazer a eles diversas homenagens. Um homem sem passado não possui futuro, Aprender com os antepassados é uma possibilidade; É aprender sobre si mesmo e sua qualidade; Ilumina tudo, eliminando de sua alma qualquer canto obscuro. Aprendi com meu bisavô muito de sua história; Honrado estou com sua determinação; Maravilhado estou com o amor que doou em toda sua glória; Para sua mulher, família e sua nação. Sentado estou quase na mesma praça; Pedindo a ele força e determinação; Sei que ele me ajudará com muita graça; Pois ele foi homem de família e oração!

E chorava com Deus

Estava com Deus, Queimando meu passado, E eu chorava. Calma, o poeminha foi criado para tentar refletir uma emoção. O sentimento da redenção no momento do perdão dos pecados. 

Reflexões sobre o passado: afirmações inocentes!

    Em tempos antigos, caros leitores, eu tinha dois amigos, parceiros de fliperama. Eram realmente amigos do peito. Uma época tão antiga que o fliperama recém havia lançado o primeiro Mortal Kombat e Tartarugas Ninjas era um joguinho que atraía várias pessoas. Neste tempo maravilhoso, um destes amigos me disse: “Se a ciência provar que Deus não existe, eu vou acreditar!” Eu venerava este amigo pela inteligência e, naquela época, eu concordei com ele. Coisas de criança, mas, naquela época, aquilo parecia a frase mais sensata e lógica já dita.     A ciência tinha, em mim, essa definição de que tudo comprovado cientificamente deveria, então, ser verdade, pois a ciência atesta tudo de maneira empírica.  Ao ler uma obra de Popper, tão bem resumida em “ O que é Ciência ”, de Silvio Seno Chibeni (professor de Filosofia da Unicamp), que tive o primeiro choque. Acredito ter lido um dos primeiros textos de Popper em 1996. O professor assim descrev...