Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.
Vou ser radical em minhas considerações, após várias decisões do STF (só para citar algumas: extinção da lei de imprensa, caso Battisti e lei da ficha limpa)! Quando discuti, no facebook, sobre o processo da “Lei da Ficha Limpa”, eu lancei uma pergunta: o que seria mais importante, o choro de uma criança faminta, cujo o recurso financeiro havia sido desviado por um “ficha-suja”, ou a lei seca interpretada por supostos doutores na lei? Lógico que ninguém respondeu, porque o choro de uma criança faminta ecoa fortemente nos corações ainda sadios. A minha resposta é que, para o bem social, a ficha limpa deveria valer para as eleições passadas. Infelizmente, valeu a lei seca e a criança, ainda hoje, chora de fome. Agora, o STF julga o exame da OAB constitucional, mesmo que, para isso, ignore artigos e cláusulas pétreas. Cláusulas estas, infelizmente, interpretadas de maneira diferente do habitual para preservar uma ordem já estabelecida. É o grande mal da hermenêutica! Se puderem, olhem os...