Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.
Estou assistindo “Cells at Work” e relembrando minhas aulas de histologia, citologia e embriologia. Em um determinado momento, assistindo ao episódio 3, tive uma iluminação para explicar uma coisa interessante. Na série, o nosso corpo é representado como uma cidade. Ele possui estruturas e habitantes (células) que trabalham para o bem do organismo (cidade). Dentro do pequeno ecossistema orgânico, estando tudo em equilíbrio, a cidade e seus habitantes prosperam. Prosperidade garantida pelas células de defesa e isso nos ensina, também, como a proteção de fronteiras é importante! Em determinados momentos, como em um corte de pele (o primeiro muro que impede a invasão), o ecossistema pode ser invadido por germes, vírus, ou bactérias, que tirarão o equilíbrio do sistema e poderão levar o corpo à morte. O site Biomania [1] detalha os eventos que ocorrem no corpo quando mesmo é invadido : “Um agente invasor, ao entrar no organismo, gera um mecanismo de defesa, a resposta im...