Das telas ao coração, vozes que vão longe, Narram histórias, tradições que se expõem. A cultura encontra as cores do Japão, No traço e no ritmo, nasce a conexão. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Em cada herói, o espírito de lutar, Em cada cena, o respeito a compartilhar. Mas não é só o Japão que a obra abraça, Outros tons asiáticos ganham sua praça. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Cada quadro, uma porta, para a alma explorar, Unem as culturas no ato de sonhar. Do Japão à Coreia, as vozes ressoam, Histórias que as fronteiras ecoam. Cultura em harmonia, no tempo e na arte, Uma Ásia unida, em cada obra que parte. Anime, mangá, uma ponte entre mundos, Carregam valores, laços tão profundos. Com suas histórias, fazem todos lembrar, Que a humanidade é o que nos faz brilhar.
Uma curiosidade sobre mim, que talvez vocês não saibam, é que eu sou um verbete em dicionário. Foi um trabalho realizado pelo nobre escritor Napoleão Valadares. Ele assim descreve, em uma introdução, a origem e finalidade deste trabalho: " A O LEITOR A falta de uma obra de consu l ta sobre a literatura de Brasília vinha difi cultando as atividades de estudantes e pesquisadores . Daí, termo-nos a t i r ado à empreitada da elaboração deste dicionário, visando a oferecer aos inter essados um livro sobre o assunto. Clemente Luz, que escreveu no período da const r ução de Brasília, f oi o p r imeiro a publicar crônicas em jo r nais na Cidade Livre, mas essas c r ôn i c as só vieram a ser reunidas em livros muito depois: Invenção da cidade e m 1 968 e Minivida em 1972. Também no início, José Marques da Silva e screv eu Diário de um candango, mas só publicou esse livro em 1963, no R io d e J aneiro. Garcia de Paiva foi , conforme afirma Fábio Lucas , o primeiro ...